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Comissão discute vigilância do trânsito

Publicado em Notícias - Comissões

A Comissão de Proteção Civil e Segurança Pública se reuniu nesta terça-feira (30) para debater dois assuntos específicos: Câmeras de Vigilância e perturbação do sossego com as motocicletas com escapamento adulterado. A motivação do primeiro tema se dá em razão de Joinville estar desde 3 de março sem pontos de monitoramento de trânsito, já que o contrato com a empresa responsável pela manutenção das lombadas eletrônicas e todos os radares da cidade foram encerrados.

Conforme o Secretário de Proteção Civil e Segurança Pública, Paulo Rogério Rigo, um novo edital foi publicado e sem especificar data, informou que Joinville terá 224 faixas de monitoramento com tecnologia OCR, que permite monitorar e analisar as imagens de câmeras de trânsito instantaneamente, além de verificar em tempo real ilegalidades diversas, tais como carros roubados, documentação irregular e placas clonadas. O edital 004/2021 publicado dia 18 de março tem o valor estimado para a execução dos serviços de R$ 37 milhões.

“Hoje Joinville tem mais de três mil câmeras de monitoramento privado e no momento, não há previsão para compras de câmeras de segurança pública “estamos em fase de estudos, por ter várias opcões no mercado, temos que avaliar qual será o melhor para Joinville”, afirma o secretário.

O tenente-coronel da Polícia Militar, Celso Mlanarczyki Júnior, informa que a polícia, além de monitorar, utiliza as câmeras instaladas para elucidar vários crimes e espera por parcerias para melhor monitoramento em Joinville. Durante o programa Bem Te Vi, a maior cidade do estado chegou a ter 141 câmeras e, infelizmente, inúmeras delas, após mais de 20 anos estão fora de operação. “Há recursos do governo para mudar as câmeras analógicas para digitais e serão aproximadamente 110 novas unidades”

Perturbação do sossego e escapamento aberto em veículos

Nos finais de semana, a perturbação do sossego é campeã em chamadas no 190, e não tem efetivo suficiente para atender tantas ocorrências. Este tipo de ocorrência paralisa dois policiais militares, por mais de cinquenta minutos. Gilson Bohn, Conselheiro da Câmara de Dirigentes Logistas de Joinville (CDL), diz que foi solicitado aos empresários, a conscientização dos motoqueiros que prestam serviços nos estabelecimentos comerciais. Mas, devido a pandemia e a situação na qual os comerciantes estão passando, não há como cobrar desses “motobys”.

Presidente da Aconseg (Associação dos Conselhos de Segurança de Joinville), Sergio Duprat diz que se depara com inúmeros problemas de motos com escapamentos abertos e pede ajuda da Guarda Municipal e da Polícia Militar na fiscalização. O Oficial, Celso, afirma que a fiscalização está ocorrendo através de barreiras, abordagens, notificação e apreensão. “O crime e a infração não se encerram, existe um controle, um nível de aceitação, não existe crime zero, infração zero”, finaliza.


Texto
Gretchen Gartz
Fotos
Mauro Artur Schlieck

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